Quando não somos
aconselhados a fazer a mudança, e para não sermos sempre mais dos mesmos às
vezes até “fazemos” a mudança, mas depois de fazê-la voltamos a ser “mais do
mesmo”. Por isso te digo
não apenas faça a mudança, “seja a
mudança”. Porque quem faz só faz por algum tempo, mas quem é, age o tempo
todo como sendo de fato uma mudança ambulante, lógico que não falo aqui de
mudança de personalidade, de caráter, mas falo de uma mudança no status quo
vigorante, seja ele: social, político, religioso ou até mesmo pessoal. A
mudança a que me refiro é a transformação que devemos sempre ter em mente,
aquela que nos impulsiona a transformar as imposições e barreiras que nos são
impostas o tempo todo. Pois só depois que exercemos isso radicalmente diria
estaríamos exercendo a nossa condição humana, de transformadores da realidade
vigente. Então caro
leitor não apenas as faça a diferença, seja a diferença em tudo e em todos os
momentos, circunstâncias e situações da sua vida.
Faça como Brech: “È preciso
mudar o mundo e depois mudar o mundo mudado”, pois essa é a principal condição
humana
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